Desafios da construção da marca Moove+ no Brasil e Europa


A Flash Courier está presente no mercado há mais de 20 anos e o nosso principal objetivo é prestar serviços de logística, coleta e entrega, utilizando tecnologia de última geração para garantir processos de excelência. Pensando nisso, em 2019, a Flash Courier decidiu apostar em um novo modelo de negócio no mercado logístico criando a Moove+, que é uma empresa responsável por entregas de até 30 kg focada no transporte de encomendas urgentes e em meios eletrônicos de pagamento, o famoso “e-commerce”.


No mesmo ano de sua criação, a Moove+ rapidamente apresentou resultados extremamente positivos. Em 2020, mesmo com as adversidades trazidas pelo coronavírus, decidimos apostar na internacionalização dos nossos serviços, criando uma filial da Moove+ em Portugal. Expandir uma empresa para um mercado estrangeiro é um grande passo e foi um dos maiores desafios que já enfrentamos na história da nossa companhia.


Para falar mais sobre essa nova fase, convidei Gezinei Rodrigues, responsável pela Gestão de marketing da Flash Courier e da Moove+, que atua conosco a mais de 1 ano e está participando ativamente desse processo de internacionalização da empresa. Acreditamos que internacionalizar uma marca possibilita a integração com os mercados de países fora do domínio territorial habitual e para que isso aconteça, um trabalho de marketing é fundamental.


Segundo Gezinei, o plano de comunicação europeu abrange um trabalho massivo de marketing digital, com campanhas e postagens orgânicas, além de campanhas offline, com divulgações em jornais, revistas locais segmentadas, malas diretas, entre outros. “Uma estratégia de construção da marca bem definida é essencial para traçar os objetivos que queremos atingir em todas as estâncias, tanto internamente quanto externamente. Para isso, precisamos definir diferenciais e se sobressair em vista dos nossos concorrentes, direcionar a comunicação, reter talentos e atrair novos para a empresa, fidelizando os clientes que já estão na casa e atraindo novos prospects interessados”.


No Brasil, o trabalho de construção da marca foi focado inteiramente no marketing digital, desde uma efetividade maior nas páginas do Facebook e Instagram, como também no LinkedIn, além de divulgações massivas junto a assessoria de imprensa, com resultados em grandes veículos, como Estadão, Reuters, etc.


“Para a Europa, queremos cada vez mais alastrar nosso campo de atuação para novos países e assim, perpetuar a nossa marca por todo o território europeu. A grande dificuldade, sem dúvida, é o fato de ser uma empresa nova em um continente com vários concorrentes do mesmo nicho, já consolidados no mercado. Outro ponto é que há um sentimento de nacionalismo muito grande, ao qual há uma resistência para empresas de outros países, e preferências pelas empresas locais”, afirma Gezinei.


As nossas expectativas em relação ao desenvolvimento da marca para 2021 são altas. Aqui no Brasil, estamos superando barreiras e adquirindo fatias do mercado que até então não haviam sido conquistadas, inserindo serviços novos, como o Ship From Store, entregas de produtos farmacêuticos com licenciamento da Anvisa, e-commerces, entre outros, o que fez com que em um espaço de um ano, dobrássemos o número de postagens realizadas (de 3.5000.000 para quase 7.000.000). Com isso, pretendemos intensificar o marketing e investir de maneira assídua na comunicação.


“A nossa expectativa é que esse crescimento ascendente continue, e quem sabe, nos tornemos uma das maiores empresas do segmento logístico do Brasil. Enquanto isso, planejamos nos desenvolver no velho continente, captando cada vez mais recursos para montar o planejamento a longo prazo”, finaliza o gestor de marketing.


Guilherme Juliani, CEO da Flash Courier

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