Como ser um gestor hands-on?


Há algumas semanas, fiz uma postagem sobre um termo que gosto muito, e que vim contextualizá-lo e explicá-lo pra vocês: o tal do hands-on. Para carregar esse termo, o profissional, por definição, deve ser do tipo que coloca a mão na massa, faz junto e se aprofunda na atividade. Além de ter múltiplas competências, sua mente é aberta para absorver novos conhecimentos. Porém, para adaptar-se a essa necessidade, é preciso estar sempre atualizado.


O volume de informações no mundo corporativo é imenso, e mercado está cada vez mais focado no dinamismo, algo que pessoas com esse tipo de comportamento, o executam com muita precisão. Algo também, que nós, gestores, temos que ter em nosso escopo de trabalho. 


Agora, você leitor, me pergunta: mas Rafaela, gestores podem ser hands-on? E eu te respondo: sim, e não há nada de errado nisso. Pessoas com esse tipo de comportamento, são muito bem vistas nas companhias. Atualmente, as empresas precisam entregar muito além do que foram contratadas pelos seus clientes, inovar, e prestar um atendimento de excelência. Assim, os colaboradores precisam também ir além e viver essa cultura na empresa de uma forma que seja criada uma sinergia e a essa entrega extra começa a fluir. E aqui ser hands-on faz toda a diferença para que isso aconteça. 


Portanto, é um termo necessário de ser absorvido em nossa vivência. Precisamos aflorar nosso lado autônomo, proativo, desenvolvido e aprofundado nas tarefas. Necessitamos pensar em múltiplas competências, e mente aberta para absorver novos conhecimentos. Ninguém sabe de tudo o tempo todo. E o mercado, sabe reconhecer um bom profissional, como ninguém.


Rafaela Cozar, Diretora de Gestão e Inovação da Roda Brasil Logística

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